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A evolução da internet não transformou apenas as relações sociais e pessoais, mas também as comerciais. Não importa se ocorrem por plataformas de vendas, pelas redes sociais, por um site próprio ou outros tipos de lojas virtuais — o fato é que as transações estão sempre acontecendo.

 

Se você está interessado em se aventurar nesse mercado, é importante considerar detalhes como valores, segurança e profissionalismo, para dar ainda mais credibilidade ao seu negócio. Então, para lhe ajudar com isso, elaboramos este artigo com alguns dos principais modelos de e-commerce. Acompanhe e confira!

Marketplaces

Você já ouviu falar ou fez alguma compra por sites como Mercado Livre, Enjoei ou Elo 7? Se a resposta for positiva, você já conhece muito bem os tipos de lojas virtuais que vendem por meio do marketplace. Modelo muito comum para quem começa a se aventurar no e-commerce, essas plataformas funcionam como um grande shopping, com muitas lojas diferentes. Várias delas não cobram para cadastrar seus produtos — só quando a venda é efetuada é que chega a cobrança.

 

Vale dizer, contudo, que alta competitividade dos marketplaces pode fazer com que a sua marca perca um pouco da visibilidade. Afinal, diante de tantas opções, nem sempre o cliente consegue chegar até a sua, a não ser que você pague para obter tal serviço. Além disso, a forma de pagamento é restrita. Se o seu cliente quiser pagar por depósito bancário, por exemplo, não é possível fazer a compra. Ou seja, em função de detalhes assim, você pode não finalizar a venda.

 

Dito isso, a grande questão aqui é a imagem que você deseja passar para o seu cliente. Talvez seja mais interessante utilizar essas plataformas como apoio, mas não como a sua loja principal.

Plataformas SaaS

As plataformas de Software as a Service (SaaS) são voltadas para os empreendedores que preferem focar em sua loja virtual sem precisar se dedicar às ferramentas do sistema de um e-commerce.

 

Basicamente, funcionam como uma espécie de assinatura ou aluguel: o comerciante aluga um fornecedor de plataformas para lojas virtuais e paga uma mensalidade para hospedar o seu negócio. Como elas são desenvolvidas e mantidas por uma empresa especializada, sua manutenção e hospedagem ficam sob responsabilidade desse provedor, o que não exige gastos com infraestrutura.

 

Uma das vantagens desse modelo de e-commerce é o ganho de tempo hábil para cuidar de outras atividades, como divulgação e marketing. Assim, as ferramentas ofertadas nessas plataformas acabam garantindo uma gestão mais equilibrada. Além disso, é possível integrá-las às redes sociais, se for o caso.

 

Outro aspecto muito positivo está relacionado à segurança, já que muitas dessas plataformas protegem não só os dados dos clientes, mas também os da sua loja. Seu design responsivo é também um detalhe a favor, porque se adapta aos diferentes dispositivos, gerando maior flexibilidade para o cliente.

 

Saiba como o design responsivo vai diminuir as taxas de abandono, melhorar a experiência de compra e alavancar os negócios em sua loja virtual. Confira!

 

Por oferecer várias formas de pagamento, esse é um dos tipos de lojas virtuais com maior probabilidade de realizar uma venda. De longe, o mais interessante se você deseja expor os seus produtos com mais profissionalismo e não se importa em ter que lidar com um layout já definido.

Open source

Plataformas open source têm as opções de menor custo no mercado para investimento inicial. Isso porque elas funcionam com códigos abertos e gratuitos, ou seja, seus sistemas estão disponíveis na web e o empreendedor pode customizá-la conforme achar necessário. Dentre os principais tipos de lojas virtuais, esse modelo é o que apresenta mais riscos, pois não existe uma previsão concreta de evolução desses códigos. Assim, o seu negócio pode ficar ultrapassado.

 

Outra desvantagem é sua alta complexidade. Se, por um lado, você investe pouco na plataforma, por outro é preciso de conhecimentos avançados em programação. Ainda assim, o benefício do custo é bem relevante, sendo ela ideal para quem deseja adquirir experiência no mercado sem muitos investimentos.

Redes sociais

Não há dúvidas de que é alto o volume de usuários ativos nas redes sociais, certo? Pois esse grande número de pessoas que acessam frequentemente sites como Facebook e Instagram faz deles um cenário perfeito para estabelecer contato com futuros consumidores.

 

Muitos comerciantes usam seus perfis como uma vitrine para seus produtos, concretizando a venda por meio do Messenger, Direct Message, ou mesmo disponibilizando seu número do WhatsApp. Assim, a entrega e a forma de pagamento ficam a critério do empreendedor.

 

Quer descobrir como fazer sua loja virtual bombar em vendas no Instagram? Então, confira nossas dicas!

 

A proposta é bacana, podendo ser uma boa alternativa para quem está começando um negócio. É possível até mensurar alguns dados e fazer contato com os clientes direto da fanpage — tudo com custo zero. Por outro lado, não é o formato mais apropriado se você deseja tranquilizar o cliente, mostrar para ele que o seu negócio é seguro.

 

As redes sociais podem ser uma porta de aberta mas, futuramente, o ideal é que a marca tenha o seu próprio site, até para poder usar as ferramentas de divulgação disponíveis nessas plataformas.

Loja própria

Por fim, se você deseja mais profissionalismo e acredita no seu negócio, então é o momento de pensar em uma estrutura própria. Você também pode já ter se aventurado nos modelos citados acima, mas percebeu que eles não são o suficiente, já que a sua loja está vendendo além da capacidade que os sistemas podem suportar.

 

Nesse caso, o investimento inicial será um pouco maior do que o dos outros tipos de lojas virtuais, mas o custo mensal é praticamente inexistente. Não existem aluguéis ou outras taxas obrigatórias, e você pode solicitar o desenvolvimento de acordo com a sua necessidade.

 

Está na hora de dar o primeiro passo e finalmente criar sua loja virtual!

 

O processo é relativamente simples. Contrata-se uma empresa especializada na criação de sites voltados para o e-commerce e, a partir do valor do investimento, é iniciado um trabalho de desenvolvimento de acordo com as especificidades do cliente.

 

Essa é uma opção é extremamente segura, pois há um controle total dos códigos, da hospedagem, das melhorias e integrações. Além disso, o site é seu, portanto, você não precisa ficar atrelado para sempre à empresa desenvolvedora — ou seja, modificações futuras poderão ser feitas por outros parceiros. Sem contar que a personalização é livre e a loja virtual pode, realmente, ter a cara do seu negócio sem maiores limitações ou frustrações!

 

Em suma, se o seu negócio está começando ou ainda traz as características de uma pequena ou média empresa, considere os fatores listados neste post. Esteja atento ao grau de investimento: o tempo para que o comércio fique pronto é proporcional ao valor que você tem para investir nele. E, seja qual for o escolhido dentre os tipos de lojas virtuais, lembre-se de que é preciso ter uma boa equipe para cuidar das rotinas do seu negócio!

 

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Thiago Távora
Gerente de Marketing da empresa iSET. Formado em Gestão de Marketing. Especialista em Marketing DIgital e Mídias Sociais. Atuando como Gerente comercial e Negócios. Experiência profissional de mais de 10 anos na área de Internet. Apaixonado por esportes, filmes de ficção científica e amante de música eletrônica.
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